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Pessoas tão cheias de vazios

Na atualidade, parece que o quê nos faz humanos são apenas os órgãos vitais. A falta de empatia que temos uns pelos os outros se é quase palpável. Tanta gente a se preocupar com o futuro e a esquecer-se do presente, a dar prioridade para as vultuosas quantias na conta bancária, a se preocupar com a falta daquele celular “do ano” que custa para lá da metade do próprio salário e a se esquecer do principal: VIVER. 

Viver se é para além de apenas respirar, viver se é cometer erros sem a perspectiva de os consertar, viver se é aprender com cada erro cometido.

Se isto provém de uma educação familiar de certo eu não o sei, mas que temos um espírito competitivo isso é um facto que nos retém num círculo de inveja. Por vezes, já sentimos inveja de algum conhecido pois ele conseguiu àquela promoção de emprego ou carro dos sonhos ou pelo facto dele estar quase sempre com um sorriso estonteante estampado a face. A quem diga que se existe a tal de “inveja branca” não acredito nisso até porque inveja se é inveja e nada além disso.

Por vezes, quem jura estar sempre conosco se é a primeira pessoa a nos virar as costas. 

Possuímos “fantasmas” os quais por vezes contamos para as pessoas vazias sendo que as mesmas quando podem nos maltratam utilizando-se de cada um deles calculadamente e com a maestria de um zelador de algo bastante valioso.

Os nossos fantasmas possuem sua própria beleza em forma de demônio os quais apenas nós  podemos usar cada um deles contra nós e ninguém além de nós mesmos pode fazer tal coisa.

Dizem-nos que nosso melhor amigo pode ser escolhido porém infelizmente ou talvez nem tanto assim o nosso pior inimigo somos nós mesmos. Somos a nossa própria ruína, nosso próprio caos e a nossa própria salvação.

Rosa Branca

Por muito tempo o tom de vermelho-sangue se fez presente na minha vida, por hora limito-me a usar boas doses de solvente-reconstrução para tornar-me branca outra vez.

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