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Crítica: A Banca dos Beijos

Olá meus queridos! Guess who’s back? \o/ Eu mesma (risos). Visto que já aconselhei este filme, nos que deveriam ver este mês, eis que trago-vos a primeira crítica do blog (yay!). Espero realmente que gostem! ☺

Produzido pela Netflix e lançado mundialmente a 11 de maio deste ano, A Banca dos Beijos (The Kissing Booth) é um filme de comédia romântica dirigido por Vince Marcello e baseado no livro com o mesmo nome, de Beth Reekles. Algo que surpreendeu-me imenso foi o facto da autora ter escrito e partilhado, primeiramente, a história no Wattpad – onde atingiu as 15 milhões de visualizações –, com apenas 15 anos. Surpreendidos? Pois é.

Elle nunca pensou que o seu primeiro beijo resultasse num romance proibido. Conseguiu sair com o rapaz mais giro da escola, mas pode vir a perder o seu melhor amigo.

A história inicia-se com o nascimento de Elle (Joey King) e Lee (Joel Courtney), filhos de duas melhores amigas, no mesmo dia e à mesma hora. Os dois, por sua vez, tornam-se melhores amigos. Ao desenrolar da ação, as regras que os dois jovens criaram, são nos apresentadas, sendo que as regras 9 e 10 são as mais importantes.

No decorrer das cenas, entre brincadeiras entre amigos, terminam por encontrar a ideia genial para um evento da escola: a banca dos beijos – onde Noah (Jacob Elordi) e Elle beijam-se, pela primeira vez. A partir desse momento, os dois terminam por se aproximar e escondem a sua relação de Lee.

Contudo, como toda a mentira tem perna curta, ambos são descobertos e somente na festa de aniversário de Elle, a mesma assume a relação, tendo a “benção” do seu melhor amigo.

Definitivamente, este filme juvenil, ainda que com lamechismo à mistura, entrou na lista dos meus favoritos de verão. Para quem aprecia romance e comédia, cá têm a fórmula perfeita. Peguem pipoca, abram a Netflix e soltem gargalhadas, com os amigos ou com o(a) crush/namorado(a)! 🍿

Sofia

18 anos e parece que já vivi mais do que isso. Afirmo que sou o que escrevo. Não há forma mais simples e mais elaborada de me descrever. Escrever para mim é viver. É libertar-me de tudo o que me incomoda, magoa e me impede de crescer. Apesar de micaelense, o meu coração sempre irá pedir pelo Porto, sempre será lá o meu ponto de reencontro, de recomeço. É lá onde tudo faz sentido. É lá onde espero viver. O resto? Basta lerem e descobrirão. 

20 comentários em “Crítica: A Banca dos Beijos”

  1. Eu não sabia que esse filme era uma adaptação de um livro. Eu achei o elenco fofo e achei lindo os dois namorarem na vida real, mas não consegui gostar do filme pq achei ele abusivo =/ e isso tirou todo o clima pra mim ..

  2. Eu por acaso não sabia que o filme era baseado num livro 😮 Mas adorei vê-lo, como disseste, tinha lá umas lamechices mas nada que nao fosse capaz de se ver com um sorriso na cara. Achei que a escolha do rapazito não foi das melhores, mas isso é só um pensamento meu.

    Gostei do teu post. Continua!

    Xoxo,
    Clara Almeida | cielaunlimitedblog.wordpress.com

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