Foto: Google
Reviews

Crítica: The Messengers

The Messengers, em português, Os Mensageiros, é uma série americana que estreou na The CW entre 2014-2015, que conta com o actor português Diogo Morgado. Criada por Eoghan O’Donnell, a séria de drama/sobrenatural/mistério é composta por 13 episódios, sendo que não houve continuação após a primeira temporada. Tem uma classificação de 6,6/10 no IMDb. 

A série que foi cancelada após a exibição do 3º episódio, porém sendo que voltou a ser exibida no TVséries e não tinha conhecimento da sua existência – lá está, também não foi das mais populares ou mais faladas no seu ano de lançamento –, comecei a ver os episódios.

Tudo começa em Houston, onde uma enfermeira – Rose –, é baleada por um desconhecido. Sete anos mais tarde, um objeto desconhecido cai na Terra e os sete mensageiros/anjos morrem por uns minutos devido à queda do mesmo.

Os sete têm poderes distintos, sendo que cada um deles irá ser desvendado aos poucos. Os dois primeiros são as visões sobre os cavaleiros – que ao quebrarem os selos ficam mais perto do Apocalipse e anseiam o mesmo – e o poder da cura. Todos vão dar sempre ao mesmo local, pois assim o destino manda. Em conjunto têm de evitar o Apocalipse e (tentar) derrubar os cavaleiros.

Foto: IMDb

O enredo desenrola-se muito à volta da procura dos cavaleiros e de tentar evitar o pior. Ainda com todo esse desenlace, há dramas familiares e novas paixões. Raul (J. D. Pardo) que mantivera uma relação com a cunhada, descobrindo mais tarde que, dessa mesma traição ao próprio irmão, a sua sobrinha, na realidade, é sua filha. Erin (Sofia Black-D’Elia) e Raul e Peter (Joel Courtney) e Nadia (Brittany O’Grady) são uns dos casais.

Rose, Cindy, Leland e Mark são os quatro cavaleiros. Juntos retiram o meteorito do local onde o mesmo se formou e tentam fazer uma arma poderosa. Estando em contato próximo com os mensageiros os fragmentos brilham em azul com poder de cura. Brilham em vermelho com poder destrutivo estando próximos dos cavaleiros. Dessa forma planeiam lançar “chuva ácida vermelha” em Houston e em Texas, para quebrar o quinto selo usando drones do governo para realizar a conspiração.

Foto: Google Imagens

Os anjos sabendo que não têm como pará-los, decidem deixar nas mãos de Deus a decisão e sacrificam-se, pelo mundo. Todos morrem por minutos, até que a “chuva azul” surge e deixa os outros quatro completamente carbonizados.

Estando a salvo do Apocalipse, Joshua (Jon Fletcher) desconfia que Amy seja o Anticristo, visto ter desenhado o Lago do Fogo. O que não é de todo algo irreal, apesar de o acharem.

Não querendo alongar muito mais, as expectativas que tinha no inicio da série foram ligeiramente superadas. A história consegue captar-nos a atenção e é mais um enredo em que nem tudo é o que parece. Surpreendeu-me, ainda que a taxa de popularidade tinha sido baixa e não tenha tido sucesso em audiências. Aliás, é necessário frisar que foram pouquíssimas as audiências desde o seu lançamento. Por consequência foram eliminadas quaisquer possíveis dúvidas acerca da segunda temporada.

Última cena, em que descobrimos que Amy é o Anticristo.
Foto: Google Imagens

Os momentos de maior tensão/surpresa foram:

  1. Quando os anjos morrem por uns minutos devido a um pulso de energia ;
  2. Quando descobrimos que Rose não se trata de um anjo, mas sim de um cavaleiro;
  3. Os desenhos assustadoramente impressionantes de Amy que dão previsões do que irá se suceder;
  4. Nos últimos minutos do 13º episódio, Amy surge com a cabeça invertida perto do Diabo. Dessa forma, deu a entender que é o anticristo, quando o agradece dizendo “Obrigada, pai“.

Tendo em conta, os efeitos especiais, enredo e personagens classifico The Messengers em 7/10.

Já assistiram? Concordam com a classificação do IMDb?

2 comentários em “Crítica: The Messengers”

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *